Si trasmette una lettera del Presidente on. lic. Ricardo Merlo:
Cari amici,
sono molto lieto di comunicarVila data del 1° Congresso Continentale del MAIE che, compatibilmente con i Vostri impegni,si potrebbe svolgere sabato 13 settembre, dalle ore 10 alle 18, presso lasede sociale del Club Italiano di Buenos Aires (via Rivadavia 4731 Capital).
Vichiedo, quindi, di comunicare alla nostra segreteria di Buenos Aires, con copia alla segreteria di Roma, quanto prima,la Vostra disponibilità,per poter organizzareal meglio questo importante appuntamento.
MAIE: NO A UNA MANOVRA CHE NON CONTRIBUISCE ALLÁ CRESCITAECONOMICA DELL’ITALIA
Roma, 22 luglio 2008:-"l’Italia sta entrando in un circolo economicovizioso dovuto ad aggiustamenti strutturali consigliati da organismi finanziari internazionali”.Cosìha dichiarato l’on. Merlo, Presidente del MAIE,che si esprimerà con il suo votoalla Camera, così come al Senato, con il voto della senatrice Giai, contro un provvedimento“il cui scopo è solo chiudere i conti in equilibrio."
“Viene disegnato un piano sulla base della riduzione delle spese,mantenendo alta la pressione fiscale - ha continuato l’on. Ricardo Merlo – contraddicendo quanto promesso in campagna elettorale.
Questo produrrà inevitabilmentemeno consumo, uscita dei capitali dal Paese e, al contrario di quanto desidera il Governo, continuerà a fermare la crescita e non farà uscire l’Italia dalla stagnazione.
Il MAIE, invece, crede che,per far reagire l’economia, si debba fare ben altro.
In un contesto internazionale complicato, caratterizzato daun continuo aumento del prezzo del petrolio e delle materie prime, le ricette tradizionali dell’ortodossia monetaristica non porteranno il Paese da nessuna parte.
Servono creatività, coraggio e lungimiranza per ridare fiducia agli investitori e ai consumatori.
All'Italia manca un progetto nazionale che, compatibilmente con la sua partecipazione all’UE, le consenta di ritrovare la strada della crescita sostenibile. Purtroppo, non da oggi, ma fin dal 2006, cioè da quando sono stato eletto, non ho mai sentito discutere, né in ambitoparlamentare négovernativo, di un progetto nazionaleitalianoper i prossimi 20 anni.
Il MAIE nonappoggia questo provvedimento: alla Cameraeal Senatovota contro questa manovra, continuando a restare indipendentee libero di valutare ogni voltaciò che è meglio per l’Italia e per gli italiani all’estero.”
Heroína Anita Garibaldi: personagem central da encenação
Foram mais de quatro meses de trabalhos intensos: escolha de atores, ensaio dos núcleos, definição e preparação da arena cenográfica, montagem dos cenários, confecção do figurino de época, entre tantas outras ações necessárias para que "A República em Laguna" possa ser apresentada ao público com todo o requinte de um mega espetáculo.
Depois de intensa preparação, já está tudo pronto para a abertura oficial da edição 2008 do espetáculo “A República em Laguna”. Na noite de ontem, os atores Thiago Lacerda e Vanessa Lóes, integrantes do grupo teatral Terra, figurantes, técnicos e toda a equipe de produção fizeram o último ensaio geral, deixando tudo preparado para a primeira apresentação, que acontece hoje a partir das 20h30, na Arena Cenográfica, Centro Histórico de Laguna.
Ao todo, serão oito espetáculos, apresentados de 17 a 20 e de 24 a 27 de julho, sempre a partir das 20h30. Durante duas horas, cerca de 500 pessoas revivem a epopéia da República Juliana e dão vida aos personagens da batalha de Laguna, transportando o público para o ano de 1839.
Apresentado em arena montada às margens da Lagoa de Santo Antônio, cenário onde vários dos fatos históricos efetivamente ocorreram, o espetáculo reúne encenação teatral, dança, música e produções em vídeo, tudo amparado por efeitos especiais e tecnologia de última geração. “São mais de 45 mil watts de som digital, o que certamente vai oferecer ao público condições de acompanhar muito bem o espetáculo de qualquer ponto da arena. Além disso, vamos usar mais de 300 refletores e produzir efeitos especiais inovadores, que vão transformar o local em um cenário mágico”, revela o teatrólogo, Jairo Barcelos.
Aliás, a magia do amor vivido pelo destemido capitão Giuseppe Garibaldi e Ana Maria de Jesus, que mais tarde seria conhecida como Anita, a heroína de dois mundos, serve de ponto de partida para contar importantes capítulos da história nacional, que foram parar em livros do mundo inteiro. “A vida destes dois personagens é marcada por guerras e conquistas e muito nos honra saber que várias batalhas ocorreram aqui em nossa cidade. Nosso povo se orgulha e por meio deste espetáculo presta justa homenagem aos nossos antepassados”, ressalta Jairo.
Parintins
A edição deste ano promete ainda grandes surpresas. Algumas novidades, claro, são guardadas a sete chaves, mas o teatrólogo Jairo Barcelos já adiantou, por exemplo, que, neste ano, a equipe de produção do espetáculo contará com a experiência de Karu Carvalho. O artista plástico é um dos mais brilhantes alegoristas do Festival Folclórico de Parintins, no Amazonas, evento grandioso, comparado ao carnaval do Rio de Janeiro. Aliás, Karu Carvalho já ultrapassou há tempos os limites amazônicos e criou diversos carros alegóricos para escolas de samba cariocas. Para Laguna, Karu trouxe todo seu talento, o que certamente incrementará o evento, tornando-o ainda mais emocionante.
Os produtores do evento estimam receber um público aproximado de três mil pessoas a cada noite. Excursões de diversas cidades catarinenses e de estados vizinhos reservaram ingressos e devem chegar à cidade a partir desta quinta-feira. A rede hoteleira comemora a ocupação de quase 100% dos leitos oferecidos no município.
Nosso blog registra neste momento 10.000 acessos, o que mostra o interesse crescente pelos temas ligados à italianidade - propósito central desta iniciativa.
Como o assunto principal deste ano no Brasil será certamente as eleições municipais, passaremos a pesquisar a partir da próxima semana quantos são, quem são e quais as propostas dos candidatos oriundi no Sul de Santa Catarina.
Reiteramos nossos agradecimentos e continue a visitar nosso blog, afinal a meta agora é chegar aos 20 mil acessos.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) brasileiro está disponibilizando as notícias de seu site na internet em italiano (confira o link ao lado). A distinção é feita somente ao italiano e ao espanhol – as duas únicas línguas estrangeiras disponíveis no endereço eletrônico, além do português, é claro.
Confira uma notícia do site do TSE
NUMERO DEGLI ELETTORI IN BRASILE
Nell'anno 2007 il numero degli elettori in Brasile è aumentato da 125.988.820 per 127.464.143, secondo una ricerca realizzata dal Tribunale Superiore Elettorale (TSE). Tra i dati analizzati nel periodo da gennaio a dicembre 2007, si costatò un aumento degli elettori registrati superiore al 21 percento all'estero. Questo numero è salito da 86.202 a 104.660. Tale risultato può essere un riflesso della campagna di regolarizzazione dei certificati d'elettore, trasmessa dalle emittenti internazionali alla fine dell'anno scorso.
Tra i giorni 5 novembre e 30 dicembre dell'anno scorso, il Tribunale Superiore Elettorale - TSE ha diffuso all'estero una campagna per consapevolizzare gli elettori brasiliani della necessità che regolarizzino la loro situazione elettorale nelle rappresentanze diplomatiche, nei paesi dove risiedono.
Il presidente del Tribunale Superiore Elettorale - TSE, ministro Marco Aurélio, ha fatto comunicazione ufficiale alle emittenti internazionali Rede Globo, Record e TV Brasil chiedendo la loro collaborazione per veicolare gratuitamente l'annuncio della campagna.
PESQUISADOR DE NOVA VENEZA DESENVOLVE PROJETO DE COMBUSTÍVEL ALTERNATIVO
Diógenes Gava e a caminhonete movida a óleo de cozinha
No dia de fundação da cidade de Nova Veneza (22 de junho), o pesquisador Diógenes Gava e um funcionário da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) partiram da capital da gastronomia italiana com destino a Belém do Pará, viajando em uma caminhonete Mitsubischi L200 GLS abastecida com o óleo de cozinha reciclado.
No dia de hoje, a Diógenes Gava e Rodrigo Martins da Silva, que coordenam o projeto Verde, Combustível Vegetal, completaram o percurso de 6.500 quilômetros, equivalente a 90% da costa brasileira. Do sul ao norte do Brasil, foram 14 dias passando pelas cidades de Curitiba, Rio de Janeiro, Vitória, Porto Seguro, Salvador, Aracajú, Recife, Natal, Fortaleza, Terezina, São Luis e Belém do Pará. O retorno será pela Via Brasil Central – Pará, Tocantins, Brasília passando por Tubarão e chegada festiva em Nova Veneza.
O microempresário de Nova Veneza Diógenes Gava iniciou há cerca de dois anos uma pesquisa que buscou alternativas de combustíveis, como a gordura animal e vegetal. Com os primeiros resultados positivos, Diógenes passou a coletar óleo vegetal de cozinha usado, que, após reciclado, abastecia a caminhonete a diesel adaptada para receber o novo combustível. A Fundação de Apoio à Educação, Pesquisa e Extensão da Unisul (Faepesul) apoiou o projeto.
O objetivo desta viagem é mostrar e demonstrar que o óleo de cozinha usado e reciclado pode ser usado como combustível. A intenção é que esse combustível vegetal seja usado para fins sociais. Para que o óleo de cozinha seja transformado em combustível, ele passa por um processador químico de filtragem que custa em média R$ 2 mil e apenas a vela do veículo sofre uma mudança.
O biodiesel é um irmão caro do bio-óleo, porque utiliza-se de qualquer gordura animal ou vegetal(ácidos graxos) que ao passar por um processo chamado transesterificação torna-se um ester etílico ou metílico ou seja, o biodiesel feito de etanol(álcool de cana anidro) ou de metanol(álcool mineral feito de metano).No processo de transesterificação o metanol ou etanol é misturado à soda cáustica(hidróxido de sódio) para formar o metox ou etox, que então numa temperatura determinada é adicionado ao ácido graxo.Dá-se aí uma reação, a transesterificação onde há a precipitação da glicerina como sub-produto e o biodiesel como produto principal.
Para que todo esse processo seja possível, são necessários reatores, precipitadores, em fim, toda uma estrutura custosa para formar uma usina seja lá de que tamanho for, e produtos como o etanol e hidróxido de sódio e uma técnica de produção.Esses fatores complicam o uso simplista do óleo puro, mandando para longe as possibilidades de uso para aspessoas comuns!
Considerando-se que o etox ou metox são produtos perigosos, teremos um combustível com uma taxa de emissão de gases maior que o óleo puro!
Em fim produz-se o etanol ou metanol, o hidróxido de sódio e o óleo, mistura-se tudo numa cara instalação, gera-se custos para atender a mesma finalidade do óleo puro.
ANUNCIADA TRANSFERÊNCIA DE DOM PAULO DE CONTO DA DIOCESE DE CRICIÚMA
Bispo Dom Paulo de Conto será transfererido de SC para o RS
O Papa Bento XVI, através do Jornal “L'Observatorio Romano”, anunciou a transferência do Bispo Dom Paulo De Conto, da Diocese de Criciúma (SC) para a recém-criada Diocese de Monte Negro (RS).
O líder espiritual dos católicos é também um entusiasta das tradições e da cultura italiana. Dom Paulo celebra missas em italiano, língua que domina e conservou como herança de seus ancestrais.
Dom Paulo Antônio De Conto assumirá a nova Diocese nodia 06 de setembro de 2008, às 15h, quando será instalada solene e oficialmente a Diocese de Monte Negro no Rio Grande do Sul. Sua permanência na Diocese de Criciúma dar-se-á até início de setembro próximo.
- A Diocese de Criciúma, mesmo surpreendida com esta notícia, colocou-se em clima de fé e oração nas mãos de Deus, pedindo que Dom Paulo possa continuar sua missão de pastoreio, agora, junto ao povo de Monte Negro, com coragem, força e esperança. Ao mesmo tempo, pedimos a Deus para que continuemos firmes na nossa caminhada, “seguindo Jesus Cristo e vivendo em comunidades de discípulos e discípulas de Jesus Cristo” – informa o site da Diocese.
Natural de Encantado (RS), onde exerceu o sacerdócio por 24 anos, Dom Paulo de Conto atuou com bispo de Cáceres (MT) por sete anos antes de ser transferido para Criciúma, onde comandou a diocese local nos últimos 10 anos.
TRABALHOS E CONCLUSÕES DO III° INCONTRO GIOVANI VENETI NELL'MONDO
No III° Incontro Giovani Veneti nel Mondo, realizado em Montevideo (Uruguai) na semana passada, jovens representantes de diferentes federações e comitês venetos espalhados pelo mundo e das Associazione Storiche nella provincia del Veneto, estiveram reunidos para desenvolver trabalhos e conclusões a respeito de projetos e cursos de formação para jovens de procedência e descendência veneta.
Os representantes brasileiros foram o catarinense Guillerme Bertoluzzi, Gianni Boscolo e Alvirio Tonet. Os demais participantes oficiais foram: Laura Caneto (Argentina), Maurice Bonotto (Austrália), Carla Rigoni (Austrália), Renzo Lando (Canadá), Sabrina Angaran (Canada), Antonella Serafin (Sud-Africa), Andrea Boschiero (Uruguay), Richard Cavallin ( Venezuela)
Este encontro de jovens venetos não é uma reunião de pessoas desconhecidas, conforme enfatiza o arquiteto Richard Cavallin, em artigo publicado no blog do Comitato Giovani Veneti All’Estero:
“Nel suo terzo anno di vita, il COMITATO GIOVANI ALL’ESTERO come il COORDINAMENTO REGIONALE DEI GIOVANI VENETI (nató sei mesi dopo del Comitato), dovuto alla sua continuitá operativa, non solo hanno scambiato giornate intense di lavoro, ma si sono reaffermati i concetti di amicizia e fraternitá, apparendo tra di loro un sentimento di “AFFETTO SINERGETICO” senza paragone. L’incontro é diventato un momento dove la famiglia veneta sparsa nel mondo, si ritrovo; rinforzando di quella maniera un legame quasi perso dovuto alle distanze e lo stile di vita di oggi giorno, dove il figli scarsamente vedono i genitori ogni giorno.
“L’affetto sinergetico” o “sin-affetto” generato tra questi veinticuatro (24) ragazzi giovani, tanto in etá come in spirito, a cominciato a dare dei fiori e frutti belli e dolci; con valore nutrizionale di bontá che protegge, il loro gruppo, contro ogni dubbio di continuanza e permanenza nel mondo del’associazionismo.
Come tutte le cose che cominciano anche hanno una fine; e dei componenti fondatori del Comitato Giovani Veneti all’Estero non tutti ritorneranno nel prossimo incontro, lasciando cosi spazio al rinuovo ed evoluzione naturale d’essi; rimanendo il “sin-affetto” che fiorií come il cilieggio in primavera, splendido, fondato con radici solide e robuste, che non permetteranno che nessun vento porti via neanche un petallo d’un fiore, prima del tempo concesso dalla natura. Nel momento del’addio finale si percippi un atmosfera piena d’un affetto di gran amicizia, fratellanza e voglia di continuazione del lavoro reciproco o “sin-affetto”. Inserita tra Andrea, Luisa, Gianni, Richard, come al Renzo (assente per motivi personali), i ragazzi rimanenti:Antonella, Sabrina, e Alvirio, i nuovi rappresentanti: Laura, Monica, Guilherme e Andrés c’é un’atmosfera che solo si puó deffinire come “Energia Magica”, come la forza o energia che avolgge l’universo intiero e lo mantiene in sincronia.
Adesso che tutti sono partiti per le loro terre, a continuare le loro vita, si portarono con sé la scintilla magica di questo “sin-affetto” da sparggere li. Io, mi volto e comincioa salire le scalle, dove sette giorni prima mi portarrono ad un posto che pensavo sarrebbe stato il posto d’un addio inevitabili, mi trovai avolto in un sentimento di nostalgia e alla volta di pieneza per un lavoro ben conclusso e con la gran speranza che Antonella, Laura, Monica, Maurice, Simone (assente per motivi di studio), guidati ed avviati da Alvirio e Guilherme, sapranno non solo come fare le cose corrette, ma incorporeranno nuove idee, nuovi proggetti e sopra tutto porteranno in alto il nostro tacito lema “SIAMO FATTI DA GIOVANIE LAVORIAMO PER I GIOVANI”.
Doviamo fare un gran ricoscimento ai ragazzi del Coordinamento Regionale dei Giovani Veneti, perche assieme a quelli del Comitato Giovani Veneti all’Estero, sono i pilastri dove é stato fondato il avvenire del associazionismo. Come disse Don Salvatore, parroco di tutti li italiani a Montevideo, e Veneto di cuore, anche se é nato in Calabria: “...queste due aggruppazioni sono come Pietro e Paolo, i pilastri dove si reggie il “moderno associazionismo” una per la sua saggieza e prudenza, l’altra per la sua spontaneitá e forza di accione. Dove il Coordinamento Regionale Giovani Veneti, venne ad essere Pietro, quello che porta il libro e la palma d’olivo –la sapienza; e il Comitato Giovani all’Estero personifica a Paolo, che porta la spada -la grinta.
Il messaggio che lascio assieme all’Andrea, Luisa, Gianni e Renzo é fatto dalle parole di Gianni nel secondo giorno dei lavori: “In fondo, ragazzi!, siamo tutti veneti, diamoci una mano, siamo una gran famiglia sparsa nel mondo ... con un nuovo inizio lavoriamoci sotto per ... un gran avvenire”.
Oggi siamo circondati da tecnologie diverse che portano i giovani a dedicare molto più tempo alle varie attività da svolgere: lavoro, studio, ecc., e a lasciare da parte tutto ciò che ora non è più prioritario, e che una volta non solo era importante, ma ha dato un nome alla nostra civiltá: CIVILTA’ UMANA. Il fattore umano é il filo conduttore che unisce e che crea ciò che chiamiamo SOCIETA; è un dato di fatto che l’essere umano si chiuda sempre di più nel vortice infinto della vita moderna dove si dedicano non 8 ore, bensì 14 e anche 16 ore al lavoro e a una miriade di attività quotidiane. Rimangono così più o meno 8 ore di tempo personale, familiare e di riposo, non restando quindi tempo sufficiente per considerare aggruppamenti o societá. Se il nucleo della società è la familia, che oggi giorno viene a fatica costituita, come potrà la società sopravvivere? Come potranno gli uomini raggrupparsi e creare associazioni? Se diamo uno sguardo alle grandi città, il panorama è veramente deprimente, per non parlare delle piccole città, che hanno per così dire adottato il ritmo sfrenato di vita tipico delle metropoli.
Ma come dice un vecchio proverbio: “Quando Dio chiude una porta, apre sempre una finestra”. Dobbiamo allora guardare da questa finestra per trovare una soluzione. Fermiamoci quà, e analizziamo un po’ le possibilità. Anche se il fatto della difficoltà di raggrupparsi è reale e tangibile, l’essere umano si rifiuta di rimanere da solo e pur di unirsi ad altri esseri umani ruba tempo dove può, a che dire al dio greco Morpheo, il sonno; questo porta a pensare che il tempo investito con gli altri esseri umani, che d’ora in poi chiameremo “amici”, è molto pregiato. L’essere umano, chiamamolo d’ora in poi persona, deve mettere in bilancio le priorità legate alle attività della vita, al lavoro, allo studio, alla famiglia, agli amici, alla società. Questi fattori sono in pratica quelli che determinano se una persona il giorno d’oggi appartenga o meno ad un gruppo di amici, ad una associazione culturale, sociale, intellettuale, o commerciale.
La realtà veneta non scappa da questo e deve, purtroppo, rivalutare le sue fondamenta. Le associazioni storiche e quelle all’estero sono state create come base di una cultura in un mondo che ormai è cambiato o non esiste più. Per questa ragione devono trovare il modo di aggiornarsi per poter sopravvivere in un mondo diverso. Per analizzare questo fenomeno, diamo uno sguardo alla definizione della parola ASSOCIAZIONISMO, e mettiamo insieme gli aspetti vecchi e nuovi dell’associazionismo, in modo da fare un confronto e riuscire a riunire ciò che ha funzionato e ha avuto successo con quanto di moderno e di creativo è stato fatto ultimamente.Dobbiamo imparare dai nostri antenati!; la storia dimostra come le civiltà che sono sopravissute sono quelle che si sono evolute, che si sono adeguate ai tempi ed hanno lasciato spazio alle nuove generazioni adeguatamente formate. Se applichiamo questo principio anche alle associazioni, queste non solo manterranno una certa continuità ma saranno oggetto di una logica evoluzione.
Le associazione giovanili sono definite molto vagamente all’interno del concetto di associazionismo. Il primo passo è dar loro una definizione precisa e chiara in modo da costituire delle basi, e renderle solide anche per un futuro a lungo termine. Queste associazioni sono composte in maggioranza da “giovani” con più di 30 anni. Questi “giovani” inmolti casi sono imprenditori, manager, direttori aziendali, e anche impiegati con una fitta agenda di impegni. Ma hanno visto un futuro attraverso le associazioni; e nella maggior parte dei casi sono pronti ad assumere posti di riguardo dentro alle stesse associazioni, sia in quelle storiche che in quelle all’estero. Tuttavia, pur avendo una generazione pronta ad assumere nuovi incarichi, la generazione precedente non vuol ritirarsi e andare in pensione. Se questo è il caso, ed è spesso così, cosa accadrà ai dirigenti che sono ancora in carica e che oramai hanno superato i settanta anni? Che succederà con i nuovi dirigenti? Cosa ne sarà delle associazioni giovanili stesse, prive di nuove leve idonee a svolgere il loro compito? Questo è il vero dilemma che affronta l’associazionismo, e non solo nella regione Veneto.
Come si diceva precedentemente, il problema deve risolversi non solo nel ridefinire l’associazionismo come concetto, ma, come fine e/o scopo! Oggi giorno le associazioni vanno avanti con una idea concettuale rivolta all’ambito culturale. Questo deve evolversi verso l’istruzione ed il commmercio. Se diamo un sguardo agli ultimi quaranta anni della storia dell’associazionismo, quando nacquero le prime associazioni, le persone coinvolte erano costituite da immigrati che pur essendo veneti si sentivano molto lontano dalla loro terra. Pur avendo raggiunto presto una certa stabilità sia economica che familiare, questi veneti si sentivano persi e abbandonati, accomunati da una forte nostalgia per il loro paese. E’ per questo che si sono riuniti e hanno formato gruppi, suddivisi per etnie; ogni volta che si incontravano ritrovavano la familiarità delle parole, dei gesti, delle usanze e dei costumi, e della cultura infine.
Oggi giorno, però, le necesità sono diverse, non solo per il fatto che la società sia cambiata, ma anche perché i figli e i discendenti dei primi immigranti vedono l’associazionismo, in maniera diversa, e non solo per la preparazione più elevata. Ci sono infatti altre esigenze ed altri scopi nella vita. Non dimentichiamoci che tra queste generazioni c’è un mare di differenti necessità; mentre la prima lottava contro la povertà per migliorare le sue condizioni economiche, quella nuova lotta per un miglioramento non soltanto professionale ma anche comunitario: il bene della comunità è anche il bene del individuo. Si deve considerare che la generazione giovanile all’estero ha dovuto vivere fra due culture, quella propiamente veneta e quella del paese dov’è nata, che varia da nazione in nazione. Dovuto a questo, i nuovi associati portano due germogli diversi di cultura, aprendo cosi altre prospettive per il futuro delle associazioni; un futuro diverso da quello che i loro progenitori, e fondatori delle stesse avevano in mente. Il fattore culturale per le nuove generazioni non è più intriso di nostalgia come quello della generazione precedente, ma è un groviglio di radici su cui costruire un futuro migliore. Ed è proprio così che le nuove generazioni di associati cominciano ad avere rapporti con la terra dei loro padri, e a darne un senso non solo culturale, ma anche economico-commerciale. Il commercio fra il Veneto e altri nazioni sarà, se non lo è già diventato, il sostegno delle associazioni, prodotto di una evoluzione naturale dei rapporti fra gli umani che è vincolato alla Regione Veneto fin dai tempi della Serenissima. Se il commercio è l’evoluzione naturale delle associazioni, rimane da stabilire in maniera solida quale sarà il loro ruolo in questo nuovo “link” tra Veneto ed estero. Potremo pensare che è proprio questo il nuovo ruolo delle associazioni: essere il legame tra le Camere di commercio del Veneto e quelle all’Estero, senza però dimenticare, o meglio, senza perdere il ruolo iniziale di salvaguardia e di divulgazione della cultura veneta in tutto il mondo. Se tutte le associazioni, comitati e federazioni, sia storiche che estere, capissero questo fatto, il passaggio da una generazione di dirigenti ad un altra più giovane sarrebbe istantaneo e normale. Purtroppo sono molte poche le associazioni, comitati, federazioni che hanno capito questo e, così, rischiano velocemente di scomparire nel nulla.
La soluzione ad questo gravissimo problema non è facile. Tuttavia, attraverso corsi formativi per i nuovi dirigenti dedicati non solo all’associazionismo e alla professionalità, corsi informativi e di formazione per dirigentidi ruolo, consultazioni – forum - seminari dedicati al futuro delle asociazioni, e progetti, si potrebbe creare un interesse ad appartenere a queste associazioni,che guardano al futuro e non più solo al pasato. Dobbiamo vivere nel presente traendo insegnamento dalle esperienze del passato, per costruire un futuro. Oggi giorno le associazioni del Sud America lavorano strenuamente per creare questi corsi, ideare progetti, organizzare seminari, forum, che sono un esempio per altri comitati e altre federazioni. Se tutte le associazioni e i comitati si unissero in questa direzione, si potrebbe creare una Banca Dati, cui tutti potrebbero accedere e utilizzare con profitto per il futuro dell’associazionismo. Il comitato e il coordinamento dei giovani veneti potrebbe essere lo strumento iniziale di questa Banca Dati , sotto il patrocinio della Regione. Per essere efficiente la Banca Dati deve basarsi sull’anagrafe regionale. Durante la Consulta Regionale di Novembre 2007 è stato presentato il piano Triennale, in cui uno dei punti discussi è stata di finire la elaborazione del programma anagrafico regionale. Questa informazione potrà dar vita a corsi, a progetti, a seminari, e a forum adeguati ai vari gruppi, suddivisi per età e necessità.
Per concludere, dobbiamo sottolineare l’importanza di risvegliare le associazioni storiche e quelle presenti all’Estero, rendendole consapevoli del pericolo di scomparire che corrono, se non assumono il compito di aggiornarsi e di unirsi,attraverso i progetti e i programmi delle federazioni e comitati che hanno avuto e che continuano ad aver successo, nell’adeguarsi ai nuovi tempi. Incorporando inoltre anche i giovani all’interno del comitato e del coordinamento dei giovani veneti; e per ultimo con l’aiuto e la collaborazione di tutti i veneti presenti all’ estero ed in Italia per concludere il proggetto anagrafico regionale.